Embalagem secundária como fator de comunicação e venda.
Quando estudamos desenvolvimento de produtos vemos, entre
outras coisas, a importância da embalagem na comunicação do produto com seu
público alvo.
Mas, sempre que falamos em embalagem, pensamos na
embalagem principal, no design, no tipo de papel de invólucro, que quantidades
de cores aceita etc...
E pouca ou
nenhuma importância se dá para a embalagem secundária afinal é só uma caixa de
papelão Craft que vai acomodar as dúzias de produtos para o transporte até o
cliente de varejo.
Na foto ao lado qual caixa chama mais a atenção do
comprador? O produto da caixa colorida ou o produto da caixa vizinha "sem cor"?
Pois bem, presenciei o uso de embalagem secundária com
maestria em supermercados na Europa, não só servindo de embalagem de transporte
de produtos, de proteção para as embalagens principais, mas também eram
utilizados nas próprias gôndolas, facilitando a reposição e em alguns casos
formando ilhas de produtos.
Reparei também que os repositores ganhavam tempo, pois a
substituição era em blocos de 12 produtos para cada caixa. Não havia mais a
operação de abrir a caixa secundária e arrumar um por um os produtos na gôndola
do supermercado.
Como visto na foto ao lado, o próprio consumidor se
encarrega de pegar os produtos das caixas superiores ou no chamado “ponto de
pega”, ou seja, na altura confortável de pegar o produto.
Assim de forma
natural, as caixas superiores vão se esvaziando e a reposição é feita na caixa
de baixo garantindo o PEPS.
Este formato de embalagem secundária também facilita a
formação de ilhas de produtos e cabeças de gôndolas como podemos ver na foto da direita.


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