O termo 3ª idade surgiu na década de 80 e tratou a velhice como mais uma
etapa da vida e não como a antessala da morte.
Nos anos 90 o crescimento demográfico produzido pelos avanços da ciência
provocou uma mudança no comportamento dos idosos que, para compensar suas
fragilidades, passaram a reivindicar uma melhor qualidade de vida. O Instituto
Sodexho prevê que na próxima década esta
geração de idosos será chamada de idade do poder.
A velocidade do envelhecimento populacional no Brasil será maior e muito
mais rápida do que aconteceu em outras sociedades. A França levou mais de um
século para que sua população de mais de 65 anos dobrasse de 7% para 14%. No
Brasil esta mudança ocorrerá nas próximas duas décadas ou seja entre 2011 e
2031.
A nossa população de idosos irá mais que triplicar nas próximas 4
décadas, de 20 milhões em 2010 para 65 milhões de idosos em 2050. Enquanto isto
a população estudantil diminuirá de 50 milhões para 29 milhões neste mesmo
espaço de tempo.
No Brasil 37% dos idosos com mais de 60 anos ajudam seus filhos e netos
financeiramente e levam uma vida independente e terão seus rendimentos estáveis
e com crescimento até 2025.
População brasileira por faixa etária valores em milhões – Projeção do
Banco Mundial, IBGE , IPEA – Fonte: III Caderno
Tendências - 2014 - 2015 ABIHPEC
Segundo o Banco Mundial mais do que se adaptar as mudanças demográficas,
o Brasil tem condições de usá-la para impulsionar o desenvolvimento. Com as
políticas e o planejamento adequados é possível envelhecer e se tornar
desenvolvido. Populações de maior média etária estão associadas a países de
maior índice de desenvolvimento e o Brasil com certeza estará inserido neste
contexto.

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