sexta-feira, 29 de maio de 2015

Preparado para receber bem a todos

PÁ  EGON  HØRER  ALLE  HJEMME – we have menus in six languages

No Egom todos se sentem em casa – nos temos menus em seis línguas


Velkommen til Egon

Welcome to Egon
Willkommen bei Egon
Bienvenue ches Egon
Benvenuti da Egon
Bienvenidos a Egon





Em uma cidade onde não é possível saber de quais nacionalidades serão os clientes que vão entrar no restaurante hoje é preciso estar preparado para atender a todos.

Facilitar a comunicação é uma das tarefas fundamentais do bom atendimento, os garçons falam a língua nativa e o inglês com certeza, talvez algum outro fale mais de uma língua, mas os cardápios, em seis línguas, com pratos numerados e os folders da rede de restaurantes Egon – www.egon.no, com 39 restaurantes espalhados pela Noruega e futuramente também em Estocolmo, Suécia, são o principal fator para você se sentir em casa e não temer pedir um prato que realmente vá gostar.

A comida vai de bufet de Pizza, Fusili Pollo até Taglitelle Carbonara, de Egon Burger até Chilidog, mas pode-se comer também um Smørbakt Linefanget Torsk, ou seja, um bom e velho Bacalhau fresco grelhado com Legumes e Molho Pesto da casa.

Enfim há comida para todos os gostos e necessidades, inclusive voltadas para pessoas com alergias e intolerâncias a lactose e a glúten, além de pratos vegetarianos e um cardápio infantil.

A responsabilidade da comunicação é do emissor e a Rede Egon de restaurantes está cuidando disto com maestria, pois com estas seis línguas pode atender a clientes dos principais países da Europa, EUA, América do Norte e toda a América de língua espanhola.


(Por puro bairrismo, senti falta de um menu em português, mas afinal não seria rentável ter menus em todas as línguas).

P.S. Se você sabe de algum restaurante ou barzinho que esteja preparado para receber bem um turista compartilhe neste blog.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Tecnologia – Checkout self service

Uma das piores experiências é, após um longo tour pelo supermercado pesquisando preços e escolhendo os produtos que vai comprar, encontrar uma fila absolutamente enorme, cheia de carrinhos repletos, com gente que além das compras vai pagar a fatura do cartão, comprar gás e recarregar o telefone.

A solução está na tecnologia. Encontrei nos supermercados de Trondheim um sistema em que enquanto você vai fazendo as compras ele vai registrando os preços das mercadorias e ao final do processo basta listar as compras e passar o cartão de crédito, tudo isto sem filas, sem caixa, sem espera, mas com controles e filmagem.

Funciona assim:

Ao chegar ao supermercado você se dirige ao ShopExpress , escolhe um leitor de código de barras e, entre centenas disponíveis, faz a primeira leitura do código de barras relacionando aquele leitor com uma conta.

Ao fazer a leitura inicial, abre-se uma conta e tudo que for registrado por este leitor ira para esta conta.

O leitor permite ainda que sejam feitas consultas de preços antes de registrar o produto selecion
ado.


A partir dai basta ir lendo os códigos de barra dos produtos que você quer apertar o botão de compra e colocar o produto em seu carrinho.
O equipamento vai registrando os preços e informando o total da conta a ser paga.

Ao final do processo você se dirige a um dos vários terminais de pagamento, coloca seu leitor em um suporte e todas as compras registradas são apresentadas para conferência em um display.

Confirmado os valores e as quantidades podem-se passar os produtos do carrinho para a sacola plástica (é neste processo que se dá a conferência entre a conta aprovada por você no display e a quantidade de mercadorias colocadas na sacola).

Feito isto, é apresentada a forma de pagamento (só aceita cartão de crédito e débito), você insere seu cartão, digita sua senha e vai para casa com seus produtos sem passar pela fila do caixa, pela espera do embalador.


Simples, rápido e cada vez mais com baixos custos e com menos funcionários. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Tecnologia espacial 01 – Embalagens

A corrida espacial iniciada com o lançamento do Sputnik, o primeiro satélite artificial da Terra, pela URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas no fim da década de 50 do século passado e com a resposta americana de colocar um homem na Lua antes do final dos anos 60, trouxeram para a humanidade uma gama enorme de tecnologias que foram desenvolvidas para que estes objetivos fossem atingidos.

A URSS optou pela conquista da permanência em orbita com a construção da 1ª estação orbital a Saliut. E os USA seguiram com sua viagem a Lua.

Em ambos os casos havia desafios tecnológicos, fisiológicos e psicológicos, impensáveis até aquele estágio de conhecimento da humanidade, que foram sendo solucionados passo a passo, a cada missão e com o uso de muita criatividade por times multidisciplinares em ambas as nações.

Foto 01 - http://colhernobolso.com.br/comida-de-astronauta
Os americanos buscavam a fiabilidade lunar, termo que ficou conhecido por representar condições tecnológicas para levar um homem até a Lua e trazê-lo são e salvo à Terra em uma viagem de oito dias. Um produto tinha que ter a qualidade que pudesse suportar uma ida e volta à Lua sem falhar.

Os Russos buscavam a durabilidade e simplicidade para suas viagens à orbita terrestre, quebrando recordes sucessivos de permanência no espaço em missões que duravam meses.  

Com a falta de gravidade no ambiente espacial a NASA e a Agência Federal de Aeronáutica e Espaço da União Soviética tiveram que desenvolver uma série de embalagens para os alimentos que os astronautas iriam consumir durante suas viagens no espaço sideral, sem que restos de comida e líquidos se espalhassem pelas naves causando curtos circuitos nos equipamentos, com consequências imprevisíveis para o sucesso das missões.

Estas tecnologias, quer sejam militar ou sideral, depois de certo tempo acabam sendo utilizadas na indústria de produtos de consumo.

A Nestlé utiliza desta tecnologia para embalar o Nesté Frut, uma espécie de purê de frutas para bebês. Nada mais de bigodes, bochechas e babadores melados com os produtos da marca Suíça. 

A embalagem funciona por sucção. Quando há sucção do bebê o produto sai do recipiente e alimenta a criança, assim que cessar a sucção o fluxo do produto é interrompido.

Uma tampa de tamanho seguro (grande o suficiente para não ser engolida por crianças) veda o produto e garante que o mesmo não seja desperdiçado mesmo se espremido, quando fechado.


Podemos chamar de uma mamadeira sideral!